agosto 07, 2016

Melhorando a saúde com a ajuda da Internet

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define "saúde" como "um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças".
Durante os últimos anos, apesar de ser adepta da RA (Reeducação Alimentar), acabei ganhando uns quilinhos, o colesterol e o triglicérides andaram meio altos e a energia andava meio baixa. Tive que iniciar o uso de medicação para baixar o colesterol. Percebi então que estava precisando dar uma realinhada em minha alimentação. Além disso, também não conseguia "pegar firme" numa rotina de academia. Me matriculava, frequentava por um tempo, mas por não ir sempre (ia somente de uma a duas vezes por semana), acabava desistindo. Meses depois me matriculava novamente... Fazia musculação, mas nunca morri de amores por essa modalidade, então por isso também acabava desistindo.
No ano de 2014, quando minha filha fez uma viagem de intercâmbio que durou doze semanas, decidi que sua ausência não seria motivo para me entristecer, mas já que teria um tempo maior para me cuidar, aproveitaria bem esse tempo, investindo na melhora de minha saúde. Disse para mim mesma: quero uma vida saudável!
Me matriculei então num programa de atividade física on line e comecei a praticar em casa mesmo, um treino intervalado (saiba o que é aqui). Comecei também a pesquisar receitas mais saudáveis na internet e criei o perfil @quelviversaudavel no Instagram, para começar a postar o que comia, estimulando a mim mesma e a outros. Vi que muita gente faz isso, principalmente mulheres, e uma dá força para a outra. Um mundo novo então se abriu para mim e passei a "viajar" nesse programa seguindo perfis de pessoas que comem saudavelmente.
Comecei a preparar comidas mais "limpas" e a diminuir o consumo de alimentos processados, mas tudo isso sem nenhuma pretensão de aprofundamento nutricional. Hoje já tenho uma outra visão sobre os alimentos e do que o nosso corpo realmente precisa para manter a saúde. Mas, na época, passei a substituir o pão do café da manhã por tapioca, ou crepioca, ou ovos mexidos, com café ou chá e a comer pão só no lanche da tarde. No lanche da manhã passei a revezar entre frutas frescas, smoothies, iogurtes, frutas secas e castanhas. No almoço e jantar aumentei o consumo de saladas e legumes no vapor e na ceia comecei a comer uma colher de sopa de pasta de amendoim.
Emagreci pouco, mas continuei nessa caminhada mesmo depois do retorno da minha filha, porque estava me fazendo muito bem. Desde então, meu marido e filha se tornaram minhas "cobaias" para as receitas que preparo. Recebo elogios para algumas preparações e críticas para outras.


Algumas preparações que publiquei no meu Instagram

No início do ano passado, após receber novamente através do meu cardiologista a notícia de que teria que continuar usando remédio para baixar o colesterol, decidi "tomar vergonha" e me matricular novamente na academia que tentava frequentar de verdade, há anos. E então, de janeiro de 2015 até hoje, não parei mais. Adquiri o pacote fitness e iniciei praticando Power Jump e Pilates; dois meses depois acrescentei o Spinning e um tempo depois acrescentei o Body Pump nos meus treinos. Gostaria de manter uma rotina de duas horas de treino por dia, mas minha disponibilidade de tempo atual não tem permitido isso, porque passo as tardes fora de casa estudando. Mas se pudesse fazê-lo, hoje faria com muita animação e energia.



Aula de Power Jump



No ano passado, tive também a orientação de um plano de alimentação funcional adquirido por minha filha pela internet. Eu preparava as receitas do cardápio e ela me ajudava em algumas coisas. Mas o que é alimento funcional? Aguardem que farei uma postagem em breve sobre o assunto.



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