. . Mania de Organizar e Viver Saudável

Olá! Sou eu quem você está procurando?


cartao hello

Esse cartão vai direto para alguém muito especial. Alguém que me enxergou no meio da multidão. Alguém que um dia entrou na minha vida e tomou conta de tudo. Tomou conta de mim e do meu mundo. Alguém que me valorizou além do que eu mesma conseguia e faz isso até hoje. Alguém que me quis na juventude e me quer na maturidade. Alguém que também me confiou seus dias e deixou ser cuidado por mim.

Parabéns para aquele que faz os meus dias mais felizes e gosta de me ver feliz. Parabéns para aquele que um dia me encontrou e juntos formamos uma família. Família que tem problemas como todas as outras, mas que juntos conseguimos sempre superar, pedindo forças a Deus.

Transcrevo abaixo, a tradução de parte da letra da música Hello cantada pelo Lionel Richie, porque sei que gosta. Faço minhas essas palavras.

“Olá, sou eu quem você está procurando?
Eu posso ver em seus olhos
Eu posso ver em seu sorriso
Você é tudo de que sempre precisei
E meus braços estão bem abertos
Porque você sabe bem o que dizer
E você sabe exatamente o que fazer
E eu quero muito dizer a você que te amo!"





Parabéns meu amor, meu marido! Amanhã é seu aniversário e só tenho que agradecer a Deus por sua vida. Te amo!



Esse texto faz parte do desafio Imagem & Palavra do Café com Blog.
A imagem a qual fui desafiada a escrever, é a que está no topo da postagem.




Este texto participa também da Blogagem Coletiva Semanal #52semanasdegratidão de Elaine Gaspareto, cujo objetivo é valorizar e compartilhar nossas pequenas e grandes alegrias... nossas vivências e aprendizados.









Aprendendo a apreciar as coisas boas da vida

apreciar

"Quando só temos olhos para o que nos falta, nos faltam olhos para ver e apreciar um bocado de coisas preciosas que já temos." Ana Jácomo

Apreciar tem o significado de pôr sob exame, considerar, examinar, ponderar.

Apreciar cada momento de vida e oportunidade que são colocados diante de nós é fundamental. O sol, o mar, o canto dos pássaros, o silêncio, uma leitura, um abraço forte e afetuoso, uma palavra de carinho. Paisagens, algum tipo de comida, uma bebida quente ou um bom vinho, tipos de vestimentas, exposições de objetos de arte e um estilo musical, são opções. Apreciar a companhia e/ou o jeito de ser de alguém também é possível. Apreciar o trabalho e o descanso, por que não?

Durante um certo período de nossas vidas, olhamos somente para o nosso próprio umbigo e isso é até natural. Quando crianças, dependemos de nossos pais e nos tornamos um pouco egoístas. Sempre esperamos que eles façam tudo por nós, sem percebermos que eles também são seres que precisam de carinho e atenção.
Na adolescência, por ser um período de transição, algumas vezes focamos em coisas desnecessárias. Pequenos "defeitos" tornam-se enormes complexos e só enxergamos isso. Continuamos pensando que somos o centro das atenções e não nos importamos muito com o que acontece ao nosso redor.
Ao atingir a idade adulta, começamos a "enxergar" as necessidades das pessoas ao nosso redor, mas ainda não apreciamos algumas coisas. Passamos a apreciar a companhia de nossos pais.
Conforme o tempo vai passando, vamos aprendendo a apreciar coisas que antes não dávamos a menor importância e deixamos algumas coisas de lado. O amadurecimento faz isso. 

A maturidade pode e deve ser agradável se pudermos apreciar a sabedoria que adquirimos e a experiência de vida.
Eu particularmente, aprecio um bom chá com minhas amigas. Aprecio momentos de carinho em família. Aprecio coisas que fazem bem ao meu coração, à minha cabeça e ao meu corpo.
Devemos viver bem cada etapa de nossas vidas, pois cada uma é única. Importante é não perder a fé, o amor e a esperança.

Mas, mais do que apreciar, é fundamental ser grato pelo que possuímos.  Afinal, "a gratidão é a virtude das almas nobres", segundo Esopo.

Sinto gratidão por tudo que tenho e valorizo cada época da minha vida, porque foi assim que cheguei a ser quem sou.



Esse texto faz parte do desafio Imagem & Palavra do Interative-se!
A palavra a qual fui desafiada a escrever, é Apreciar

Imagem & Palavra


Este texto participa também da Blogagem Coletiva Semanal #52semanasdegratidão de Elaine Gaspareto, cujo objetivo é valorizar e compartilhar nossas pequenas e grandes alegrias... nossas vivências e aprendizados.






Receita de Torta de Palmito Sem Glúten

torta de palmito


Ontem à noite tive uma reunião com amigos da qual participo todas as quartas-feiras. É uma reunião cristã, onde cantamos umas duas músicas e depois compartilhamos algo sobre nossa semana. Falamos sobre algo que esteja acontecendo conosco ou que acharmos interessante. Então é trazida uma reflexão sobre alguma parte da Bíblia. Sempre no final da reunião tomamos um café juntos. Uma vez por mês temos uma espécie de festinha para os aniversariantes do mês. Como meu marido faz aniversário no domingo (dia 30), me comprometi a levar um salgado para colaborar. A mãe de um dos participantes, faz um bolo confeitado delicioso todos os meses. Ontem, para não deixar por menos, fez bolo com recheio de doce de leite. Hum! Estava delicioso!

Mas, aproveitando que deveria levar um salgado, escolhi logo cedo preparar algo sem glúten, porque essa semana estou evitando consumir. Não tenho intolerância, mas percebo que engordo quando consumo. E numa festa, sempre o que mais tem é alimento feito com farinha de trigo. Tive festa no final de semana que passou e terei outra festa no próximo final de semana. Então, se eu posso levar algo diferente, por que não? Claro que sim! Optei por preparar uma Torta de Palmito sem Glúten. Gostei da receita na qual me inspirei (mas fiz alterações) que é de uma Torta de Liquidificador preparada com frango pela Paula Martins do Blog Viver Sem Trigo. Ela faz muitas preparações sem glúten e posta no blog ou no seu Instagram @viversemtrigo. Algumas vezes, dou uma espiada para ver as novidades. Se quiser visitar, vale a pena. Mas, vamos à receita?

RECEITA
Recheio
1 vidro grande de palmito
1/2 cebola grande picada
2 dentes de alho amassado ou picado
1 abobrinha média ralada com casca
1 colher de café de pimenta do reino (opcional)
Sal a gosto

Massa
3 ovos
3 colheres de sopa de azeite
180 ml de água
2 pedaços de mandioca cozida e amassada (100g aproximadamente)
3/4 de xícara de farinha de arroz integral
1/2 de xícara de farinha de linhaça
3/4 de xícara de polvilho doce
2 colheres de café de sal (ou a gosto)
1.1/2 colher de chá de fermento em pó químico

Preparar o recheio, refogando primeiro a cebola com o alho até dourar um pouco. Acrescentar o palmito escorrido e deixar refogar um pouco. Adicionar então a abobrinha ralada e os temperos, mexer bem e refogar por uns 5 minutos.
Colocar os ovos, o azeite, a água no liquidificador e bater. Colocar a mandioca e continuar batendo bem. Acrescentar as farinhas, o polvilho e o sal, deixando por último o fermento.
Untar assadeira média só com azeite e colocar a metade da massa. Acrescentar o recheio espalhando e cobrir com o restante da massa. Forno pré-aquecido a 180 graus ou de acordo com o seu (o meu assa a 230°C). Assar por uns 30 minutos.

preparação de torta de liquidificador

No final da reunião, os participantes comeram e gostaram. Acharam a massa leve e teve gente que quis pegar a receita. Uma de minhas amigas sugeriu que para deixar mais corada, poderia salpicar queijo ralado por cima. Da próxima vez, farei isso. O que sobrou, porque tinha outras opções, foi levado por quem na maioria das vezes nem come nada. Acho que aprovou mesmo!
A massa realmente ficou bem macia e leve. E a praticidade, que é o meu maior estímulo nas preparações que faço, não deixou nada a desejar. Agora é só experimentar com outros recheios.


A despedida faz parte de nossas vidas

DESPEDIDA

despedida

Já está chegando a hora de ir
Venho aqui me despedir e dizer
Em qualquer lugar por onde eu andar
Vou lembrar de você
Só me resta agora dizer adeus
E depois o meu caminho seguir
O meu coração aqui vou deixar
Não ligue se acaso eu chorar
Mas agora adeus

No dicionário, a definição de despedida é “ato ou efeito de despedir(-se); partida, saída, separação, demissão, adeus; ato ou efeito de pôr termo; fim, acabamento, termo, conclusão”.

Despedida, quer seja boa, quer seja ruim, faze parte da nossa vida. E conforme passam os anos, aprendemos a conviver com ela.
Já vivenciei muitos momentos de despedida ao longo da minha jornada. Alguns bons, outros nem tanto. Me despedi da infância, da menina insegura que eu era, da solidão que vivi alguns anos, de alguns amigos queridos por ser assim necessário, do meu esposo todas as vezes que embarcava num navio a trabalho, de empregos, de locais que frequentava e passaram a não me fazer bem, do meu pai que se foi, de locais que morei e amava, até de alimentos que apreciava e percebi que não eram saudáveis.

Algumas vezes temos que nos despedir de algo que nos faz mal. Deixar de lado aquilo que está nos consumindo, tirando nossa alegria. Nem sempre isso é fácil. Você vê que precisa “virar as costas” para aquilo e seguir em frente.

Superar uma despedida, às vezes demanda tempo. Sentimos falta do que ou de quem foi embora.

Alguns momentos de despedida são meio tristes, meio felizes. Passei por isso no ano passado, quando minha filhota foi estudar em outro Estado.
Fiquei feliz pela possibilidade de ela entrar em uma universidade com uma boa colocação no ranking. Mas, ao mesmo tempo, fiquei triste por ter que deixá-la ir.
Fizemos uma espécie de festa para nos despedirmos dela. Ela convidou algumas amigas e alguns familiares.
Cada um falou algumas palavras para ela, desejando que se desse bem em sua escolha. Eu, cantei para ela essa música cuja letra escrevi no início, de Roberto Carlos. Adivinha! Ela chorou!
Depois isso virou rotina. Ficamos juntas por um tempo e temos que nos despedir. Tanto quando vou visitá-la, quanto quando ela vem passar um período em casa.

Outra despedida que me deixou meio triste, meio feliz, foi quando minha mãe foi morar em outra cidade.
Ela precisou ir para que tivesse uma qualidade de vida melhor, pois é idosa e diabética. Além disso, enrolou-se financeiramente e não teve condições de manter-se.
Um de meus irmãos a levou para morar na cidade em que já residia, que fica uns 300 quilômetros de onde resido. Isso aconteceu no ano de 2013, mas sinto falta de tê-la próxima. Sempre ia à sua casa tomar um café, conversar... Mas sei que isso foi para o bem dela.
Algumas vezes no ano, nos vemos, mas sinto sua falta.

O que aprendemos com as despedidas? Amadurecemos. Entendemos que não temos domínio sobre as coisas e principalmente sobre as pessoas. Nem temos que ter essa pretensão, porque cada um é livre para escolher o seu caminho. Aprendemos também a valorizar o que temos e os momentos que vivemos com quem amamos.

Por isso, meu conselho é: viva hoje, ame hoje, sorria hoje, aproveite a vida hoje. Pode ser que haja uma despedida a qualquer momento e o amanhã seja diferente.



blogagem coletiva



Intercâmbio em Londres e a realização de um sonho

londres
Londres


Intercâmbio em Londres

Há tempos queria contar sobre o intercâmbio que minha filha fez em Londres. Mas sempre achei muito difícil, porque não saberia colocar tudo num post. Então, pensei em entrevistá-la. Achei que seria mais fácil se ela respondesse algumas perguntas.

No início, quando pedi que me falasse sobre o assunto, ela resistiu um pouco. Disse que ficaria triste por sempre querer voltar a Londres. Lembrar, traria alegrias, mas uma certa saudade, um gostinho de “quero mais”. Mas, depois concordou em responder minhas questões.

Demorou um pouco, por causa da falta de tempo dela em escrever as respostas. Resolvi então usar outra técnica e pedi que gravasse áudios com as respostas. Assim ficaria mais fácil para mim e para ela.

A realização de um sonho

Quando surgiu a ideia do intercâmbio, eu como mãe, sabia que seria possível em termos de finanças. Havíamos nos preparado para isso, como contei em Intercâmbio em Londres – um sonho possível. Mas, confesso que tinha um certo receio. Deixar minha filha sair do país, sozinha? Seria uma loucura se permitíssemos isso! Como mãe, no fundo não gostaria que saísse de perto de mim. Sempre tivemos um relacionamento de muito carinho uma com a outra. Mas ela cresceu, fui me acostumando com a ideia e tudo se materializou.


hyde park

A contratação do pacote, foi nos seguintes moldes: incluía o curso de inglês na escola Frances King e a moradia com duas refeições por dia - café da manhã e jantar. O almoço, lanches e transporte no dia a dia não estavam inclusos.

rio em londres


Quando surgiu a vontade de fazer o intercâmbio? O que te atraiu tanto nessa possibilidade?
Acho que foi de pesquisar na internet. Eu era fã do McFly, banda inglesa, desde novinha. Por pensar tanto na possibilidade de conhecê-los, virou sonho ir a Londres. Mas a viagem foi muito mais que isso. Tanto que estando lá, nem lembrava da banda.
Confesso que não achei que fosse possível, porque quando quis fazer o High School, meus pais não deixaram. Pensei que fosse por causa do dinheiro. Fiquei muito feliz quando soube que poderia ir.

Qual a sua idade quando fez o intercâmbio e quanto tempo permaneceu em Londres? Sentiu algum tipo de medo quando foi viajar?
Tinha acabado de completar 18 anos e permaneci por 12 semanas. Fui muito feliz nesse período e me senti “em casa”.
Senti medo por uns 3 minutos antes de embarcar, pela expectativa e uma espécie de ansiedade. E quando cheguei lá, senti medo de não ser aprovada na imigração. Me senti aliviada quando passei.
Quando se chega lá, é um choque e quando se tem que voltar, outro choque.

Gostou do local onde morou? E a comida, estranhou algum prato servido?
No primeiro dia não gostei do local. A dona da casa não estava e tinha pessoas estranhas, a casa cheirava a cigarro e achei tudo muito pequeno. Disse para minha mãe que achava que não queria ficar naquela casa. Porque é possível trocar de casa quando o intercambista não se adapta. Depois conheci a família que voltara de viagem e comecei a gostar. As acomodações eram boas e tinha um quarto só para mim. Talvez se eu tivesse ficado num alojamento estaria mais próximo de outros estudantes, mas gostei.
Não estranhei a comida, mas quando eles fazem macarrão, não colocam sal na água. O sal é colocado por cima. O restante, tudo normal. Teve um dia que fiz brigadeiro para a família.

acomodação intercambio

Em que estação do ano você esteve lá? Pegou muito frio?
Cheguei no final do verão, quase começando o outono. Naquele ano o verão tinha sido mais quente que o normal, (teve um Indian Summer). Depois esfriou bem, mas a temperatura mais baixa que peguei foi de 3 graus.

outono em londres

O aproveitamento do curso, foi bom? Você aprendeu algo novo?
O inglês que eu aprendi no Brasil, foi o americano. Tive então mais contato com o inglês britânico, com certas gírias, trocadilhos, coisas do dialeto popular que não aprendemos nas aulas. Essa foi minha maior aprendizagem. O curso também me abriu portas de relacionamentos com mais pessoas e fiz amizades. Por ter sido de segunda a sexta-feira durante a tarde inteira, houve mais convivência. Com alguns do grupo, ainda mantenho contato. Vão fazer parte da minha vida para sempre, mesmo à distância.

Como é o transporte e quais tipos você usou?

Usava ônibus para ir à escola (me deixava em frente) ou ia de trem e metrô. Comprei um tipo de passe que podia ir para qualquer lugar entre a Zona 1 e 3 (onde eu morava). Isso facilitou muito o meu ir e vir. Transporte eficiente e muito pontual (raramente atrasa). Não existe um descaso com a pontualidade.

transporte em londres

Você conseguiu conhecer lugares legais em Londres. Poderia citar algum favorito? Fez compras? Trouxe coisas legais na bagagem?
Meu lugar favorito era Camden Town, um bairro alternativo mais para o norte, com feirinhas, brechós, etc. Fiz todo o tour que os turistas fazem, mas chegou um tempo em que eu por me sentir muito "em casa", já não “turistava” tanto.
Minhas compras foram mais para o dia a dia e coisas para meu uso imediato. Comprei roupas que ainda uso e tinha algumas lojas que eu amava como Primark e Forever 21. Comprei livros num brechó porque era muito barato. Para alguns amigos e familiares, comprei várias lembranças como chaveiros, ímãs e snow globes, além de chás e utensílios para o lar. Apesar de não ter ido com a intenção de comprar muitas coisas, precisei comprar uma mala grande para voltar para casa.

camden town

compras em londres

Fez viagens para conhecer lugares interessantes próximos a Londres? Assistiu a algum espetáculo teatral?
Sozinha, ficou meio difícil. Alguns dos amigos que fiz, moram na Europa e não era atraente para eles fazer essas viagens. Mas sim, viajei.
Fui 
à casa de um amigo do meu tio em Milton Kings. Passei o final de semana com a família. A convivência foi muito boa.
Fiz também uma excursão a Amsterdam que foi boa, mas se fosse hoje, iria por minha conta. Fiquei meio presa com horários e o hotel ficava longe do centro da cidade. Nem deu tempo de ir à casa da Anne Frank. Amei a cidade e moraria lá, com certeza! Não tem quase carros, mas muitas bicicletas. Não existe trânsito ruim e as pessoas são muito educadas. Criaria meus filhos lá.
Quanto a espetáculos teatrais, assisti The Lion King no  West End Theatre e Billy Elliot no Victoria Palace Theatre.

Bem, essa foi a entrevista. Espero que tenham gostado.
Voltou ao Brasil como se estivesse fazendo algo que não queria, meio triste. Ficou meio “assim”, meio estranha, meio “deprê”. 
Me disse que sente falta de lá todos os dias. Mas, nossa realidade de vida é aqui. Não daria para ela permanecer por mais tempo lá. Não tínhamos recursos para sustentá-la fora do país. Tenho certeza de que no futuro irá novamente, mas por sua própria conta. 

Sou grata e ficamos felizes em poder realizar esse sonho, afinal, ela é nossa única filha. Se não fizermos por ela, para quem faremos? Outras pessoas, a gente ajuda, mas filhos... a gente faz tudo por eles!


Este post participa da Blogagem Coletiva Semanal #52semanasdegratidão de Elaine Gaspareto, cujo objetivo é valorizar e compartilhar nossas pequenas e grandes alegrias... nossas vivências e aprendizados.