. . Mania de Organizar e Viver Saudável

Algumas viagens que fiz pelo Brasil

entrada da cidade de santos

Viagens

Gosto de viajar. Penso que é um investimento que se faz, cujas lembranças ficam para toda a vida. Infelizmente quase não tenho fotos da minha adolescência e não possuo fotos das primeiras viagens. Mas depois de um certo tempo, passei a registrar várias paisagens, curiosidades e momentos que vivi nessas viagens. Por esse motivo, tenho em casa fotos de muitos lugares nos quais já estive. Os milhares de negativos que possuía de vários anos, mandei digitalizar e foram gravadas em DVD.
As viagens podem ser regionais (no próprio estado), nacionais (no próprio país em que vive) ou internacionais (conhecendo outro país ou países). Já realizei esses três tipos de viagens. Nessa postagem, citarei apenas algumas viagens nacionais mais antigas.

Algumas viagens que fiz pelo Brasil

Minha primeira viagem foi no início da adolescência, quando fui com meus avós para a casa de uma tia em Itapecerica/Minas Gerais.

Na adolescência fui várias vezes para a casa de uma amiga em Camburi, um bairro de São Sebastião que fica no Litoral Norte de São Paulo. Viajei também para a cidade de Rio Grande/RS, quando uma amiga do Ensino Médio foi morar lá e passei férias. Com uma outra amiga, fui à Serra Negra e Ilhabela. Fui a Caldas Novas/GO.
Também viajei com uma família de amigos e exploramos um pouco o Sul do Brasil. Mais especificamente, fui com eles à Curitiba, Paranaguá, Ilha do Mel, Joinville, Gramado, Florianópolis (fomos à muitas praias) e São Francisco do Sul. Já havia citado um pouco dessas viagens no post Viajando pelo Brasil.


Mas houve uma época em que tirava férias do serviço no mês de novembro e todas as minhas amigas estavam trabalhando. A solução: viajar sozinha. Fiz muitas viagens e conheci Belo Horizonte/MG e Região dos Lagos/RJ: Cabo Frio, Búzios e Arraial do Cabo. Fui à cidade do Rio de Janeiro sozinha e meu marido como carioca, até hoje diz que isso foi muita loucura.


Sempre pensei assim: se um dia eu me casar com alguém que não goste de viajar, já terei viajado bastante. Realmente, meu marido gosta de viajar  bem menos do que eu. Apesar disso, acabamos viajando bastante porque os familiares dele moram todos distantes de nós, em outros Estados. Outro motivo pelo qual viajamos bastante é porque alguns de meus irmãos e minha mãe foram morar no interior.

Tenho paixão por viagens, mas o melhor mesmo, é quando volto para casa sã e salva de acidentes, assaltos, sequestros e outras coisas ruins que podem acontecer. Sinto um alívio muito grande quando vejo o grande peixe na entrada da minha cidade. Já traz a sensação de estar entrando em casa.
Sou grata por todas as viagens que já fiz na vida e por sempre voltar bem.



52 semanas de gratidao

Este texto participa também da Blogagem Coletiva Semanal #52semanasdegratidão de Elaine Gaspareto, cujo objetivo é valorizar e compartilhar nossas pequenas e grandes alegrias... nossas vivências e aprendizados.





Divulgação de perfil de Instagram: Ana Cristina Rocha

Continuo hoje com as postagens semanais de divulgação de perfil de Instagram (IG). Conheci esse perfil através de um grupo de interação no próprio Instagram e WhatsApp. 

O perfil que apresento hoje é da Ana Cristina Rocha e se chama @hianac.


@hianac

A Ana Cristina tem um Instagram pessoal e nele mostra selfies, fotos com a família e amigos. Além disso, mostra fotos de lindas flores e de alguns lugares que conheceu, tiradas por ela mesma.


Um pouco sobre a autora do IG:
“Adora Astronomia, mitologia, ficção científica, fantasia, contos, romances e tecnologia. Acredita que um dia o homem poderá viajar na velocidade da luz e em vidas em outros planetas. Tem várias histórias em sua cabeça que um dia, talvez, ela escreva. 
Sempre defende suas ideias e não gosta de ser contrariada. Gosta de uma boa conversa, mas é
 
super  tímida. Tem medo de coisas bobas e sempre pensa na opinião dos outros, um defeito que ela está começando a arrumar, entretanto, em relação as suas opiniões sobre as pessoas, ela tem tendência a não guardar muito bem...” 


Espero que você tenha gostado do IG da Ana Cristina @hianac. Faça uma visita e siga, se gostar. Aproveito para convidar você a conhecer o meu IG @maniadeviversaudavel.





Um pouco sobre minha mãe e sobre eu ser mãe

Resolvi escrever um pouco sobre minha mãe e sobre eu ser mãe, porque em breve comemoraremos o Dia das Mães.
Quando a gente é mãe, a gente é mãe todos os dias, mas infelizmente há filhos que só percebem isso nesse período. Então, vamos comemorar e que elas sejam lembradas e homenageadas nesse dia.

Já escrevi aqui no blog sobre Como Surgiu o Dia das Crianças aqui em casa e hoje vou escrever um pouco Como Surgiu o Dia das Mães.

Um pouco de história

Anna Jarvis perdeu sua mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, em maio de 1905, na cidade de Grafton, no estado da Virgínia Ocidental, EUA. Com a morte da mãe, Anna, diante do sofrimento e da dor que sentiu, decidiu organizar com a ajuda de outras moças, um dia especial para homenagear todas as mães e para ensinar às crianças, a importância da figura materna.
No caso do Brasil, o Dia das Mães foi comemorado pela primeira vez em 12 de maio de 1918, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre. Mas foi somente em 1932 que o Dia das Mães passou a ser celebrado em todo segundo domingo do mês de maio.

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Um pouco sobre minha mãe

Eu tinha uns 4 aninhos e lembro de minha mãe brincando de casinha comigo. Foi minha primeira amiga, minha primeira fã, minha primeira professora (foi mesmo quem me alfabetizou). Me deu o primeiro beijo, me deu o primeiro banho e me deu o primeiro alimento saudável (mamei muito!).

Ela sempre me contou como a hora do meu nascimento foi tranquila. Havia feito uma mudança no dia anterior e estava muito  cansada. No início da noite, começou a sentir algumas dores e dirigiu-se ao hospital. A parteira a atendeu, examinou e disse que não estava na hora ainda. Mas, como já estava um pouco tarde, sugeriu a ela que dormisse lá mesmo. Vale a explicação de que minha mãe trabalhava num outro hospital da região, assim como duas de suas irmãs e a parteira a conhecia. Serviu-lhe um copo de leite e foi colocada para dormir. Quando acordou, à 1 hora da manhã, eu estava nascendo. Não sentiu as contrações, o rompimento da bolsa amniótica e nem nada. Só me percebeu saindo num parto mais do que normal. Sempre fez questão de me dizer que não dei trabalho para nascer.

Hoje já é idosa (completará 80 anos em breve), mas, apesar de ter sete filhos, percebo o carinho que transborda dela quando me vê ou ouve minha voz. Não enxerga direito e às vezes se confunde, mas quando chego perto e pergunto se sabe quem sou, ela diz "é Raquel!" e ri como se eu ainda fosse uma criança, a sua menininha. Na fase de adolescência, fui rebelde e dei muito trabalho a ela, mas um dia "acordei" e passei a dar o valor que merece. Amo minha mãe!


Um pouco sobre eu ser mãe

Eu nunca sonhei em ser mãe, não sei se isso foi porque tive muitos irmãos ou talvez por ser medrosa e achar que a hora do parto seria o fim do mundo. Quando me casei, porém, parei para pensar: que graça teria estar casada e não ver um fruto dessa união? Comecei a imaginar como seria a "mistura" de nós dois (eu e meu marido) e então comecei a aceitar a ideia. Demorou 6 anos e 9 meses para isso acontecer, porque preferimos esperar um pouco.
Na época em que me casei, meu esposo trabalhava viajando em navios mercantes e algumas vezes ficava meses fora de casa. Eu o acompanhei em viagens ao exterior e pela costa do Brasil. Ficávamos então imaginando como seria difícil se tivéssemos uma criança que só poderia embarcar para o exterior quando completasse 3 anos. Eu não poderia mais viajar com ele por um bom tempo. Além disso, esposa de marítimo acaba sendo mãe e pai dos filhos. Eu não me sentia segura para isso e decidimos esperar. Ele saiu da Marinha Mercante e no ano seguinte nossa filha nasceu.

Só me senti realmente grávida quando vi meu bebê no exame de Ultrassonografia, já na 14ª semana de gestação. Esse foi o momento em que realmente percebi que seria mãe. E agora, o que fazer? Me preparar, é claro! Mas como? Me cuidar, seria a melhor forma. Me alimentar bem, dormir bem, praticar atividade física, evitar aborrecimentos e stress...
Não tive enjôos e a grande diferença foi que a barriga começou a crescer. Tive uma gravidez muito tranquila e feliz. Na verdade, me sentia em "estado de graça", curti muito. 
Passei a comer melhor, fazia ginástica para gestante e hidroginástica algumas vezes por semana. Comprei o Diário da Mamãe e fiz todas as anotações de tudo o que me acontecia nesse período. Tenho registrado todas as consultas ao obstetra, meu peso e o desenvolvimento do bebê.

Resolvi que quando meu bebê nascesse, pararia de trabalhar fora de casa, para cuidar dele. Meu marido me apoiou nisso, porque não havia necessidade de deixar o bebê em uma creche desde pequeno. Na época, além de dar aulas de informática no Senac de Santos e na franquia de um amigo, trabalhava também em home office. Quando ela nasceu, permaneci somente com o home office.
Até a hora do parto, achei que fosse um menino, porque nas três ultrassonografias ela havia travado as perninhas e não deixou nada visível. Foi uma grata surpresa para mim e para o pai.

Então, me tornei mãe

Quando ela nasceu, trouxe muitas alegrias para nosso lar, mas também muito trabalho, porque um bebê dá mesmo muito trabalho. Quando me vejo em fotos do período em que ela era pequena, me acho "acabada". Não tinha tempo de me cuidar direito porque toda a atenção era para ela. Eu não era mais dona de mim e nem de costas para ela eu podia virar. Se ela não visse meu rosto, chorava. Eu curti muito por um bom tempo, mas me senti muito esgotada fisicamente também. Eu não tinha tempo para brincar com ela, até por causa do trabalho, mas o pai chegava em casa do trabalho, sentava com ela e brincava. Ainda bem que só tive uma filha mesmo. Mas, passou, ela cresceu e tudo isso fica só na lembrança e no coração.

O trabalho e preocupações que surgem quando um filho cresce, são outros. Hoje, com 20 anos e morando em outro Estado para estudar, me preocupo se está comendo direito e se está dormindo direito. Me preocupo, se precisa de algo que eu possa fazer ou se quer que eu vá estar com ela por um período. Me preocupo, se sinto que está um pouco triste e tento animá-la. 
Penso em minha mãe, criando sete filhos, uma heroína!

Bem, resolvi escrever esse texto porque me sinto muito grata por ser mãe. É um privilégio das mulheres, gerar filhos. E quando não conseguem, podem se tornar mães gerando o filho no coração.


FELIZ DIA DAS MÃES A TODAS AS MAMÃES DO MUNDO!




Esse texto faz parte da Blogagem Coletiva Café com Blog, cujo tema escolhido foi Mamãe querida.

Cafe com blog


52 semanas de gratidao

Este texto participa também da Blogagem Coletiva Semanal #52semanasdegratidão de Elaine Gaspareto, cujo objetivo é valorizar e compartilhar nossas pequenas e grandes alegrias... nossas vivências e aprendizados.