Um blog de variedades: organização do lar, dicas de nutrição e saúde, textos autorais, resenhas, culinária saudável, viagens e receitas.


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Organização com reutilização e Selinho

Hoje resolvi mostrar aqui um trabalho que fiz com alguns materiais recicláveis e reutilizáveis.
Utilizei caixas Tetra Pak, uma de leite e outra de creme de leite. Utilizei também um rolinho de papel higiênico (colei um papelão no fundo). Cortei a parte de cima das caixas e forrei com papel contact preto cada peça individualmente. Colei as peças uma na outra e enfeitei com uma tira adesiva de bolinhas brancas. Não fotografei o passo-a-passo, esqueci de fazê-lo. Mas é tão fácil, que nem precisa, né?
Sempre guardei meus pinceis dentro da caixa de tintas, deitados ou dentro de um saco plástico que ficava dentro de uma gaveta. Agora eles estão num lugar só deles, sobre minha mesa de trabalho, organizados.


Porta-pincéis, porta-lápis e porta-objetos.


SELINHO

Olha que fofo o selinho que recebi do Grupo Eco-Artesãs.



Amei! Obrigada amigas! Fiquei feliz por participar do blog. Quem quiser conhecer os trabalhos desse Grupo, dá uma olhada aqui. Elas postam ideias muito legais da arte de criar luxo do lixo.

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Escova de dente - dicas de limpeza e reutilização

www.imagensdahora.com.br/
Como mantê-las, quando em uso:
  1. Toda vez que escovamos os dentes (o que deve ser feito após cada refeição), devemos lavar a escova muito bem com água da torneira mesmo. Não deixe resíduos de pasta, para evitar contaminação por desenvolvimento de bactérias e por vírus como o da gripe ou herpes que podem se desenvolver até por uma semana fora do corpo. A recomendação médica é que após uma gripe, troque-se a escova por uma nova para evitar uma reinfecção. Não é obrigatório desinfetá-la sempre, mas se preferir, faça-o.
  2. Nunca empreste sua escova ou pegue emprestado de alguém. É de uso pessoal e se a imunidade estiver baixa, pode-se contaminar adquirindo uma infeção.
  3. Ao colocar a pasta na escova, não deixe o tubo encostar na mesma, evitando transferência de bactérias para este.
  4. Guarde-a na vertical e ao ar livre para secar mais rápido, mas lembre-se de lavar o fundo do pote onde a guarda, periodicamente.
  5. Troque a cada dois ou três meses, ou mesmo antes se achar que as cerdas estão gastas ou tortas. Escova velha não limpa os dentes direito.

Como reutilizá-las:
  1. Para remover resíduos de ralador ou espremedor de alho - mantenha uma na cozinha, após desinfetá-la com água sanitária.
  2. Para aplicar produtos ou esfregar manchas em roupas, antes de lavá-las – mantenha uma na área de serviço.
  3. Para limpar delicadamente a base de torneiras da cozinha e banheiro.
  4. Para limpar bijoux e jóias com produto próprio.
  5. Para limpar eletrodomésticos com um produto de limpeza a seco ou detergente. Depois é só passar um pano úmido e outro seco.

O tipo de cerdas mais usado para crianças é a macia e a média para adultos porque são mais eficientes para remover resíduos e placa bacteriana, mas há quem prefira as cerdas duras.
Quando descartá-la, lembre-se que é feita de plástico, portanto separe como lixo limpo.
Leia mais a respeito do assunto aqui.
Espero que tenham gostado das dicas. Beijos carinhosos.

Quel
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Garagem fechada e cantinho coitadinho

Acho que todos temos um cantinho coitadinho dentro de casa. Pode ser no quartinho de empregada que é usado como quarto de bagunça. Pode ser na garagem fechada que o morador transforma em depósito de coisas usadas e descartadas mas que não tem coragem de doar ou mandar embora.
Quando me casei, há 21 anos, fomos morar num apartamento muito bom, de frente, com varanda num dos quartos, piso frio (na época era fundamental), super arejado e muito iluminado naturalmente. Moramos nesse imóvel por quase 14 anos. Fomos muito felizes ali, minha filha nasceu lá e amava seu quarto enorme com varanda. Mas, a garagem era “brigativa”, quem chegasse primeiro, guardava o carro. Algumas vezes tínhamos que descer a qualquer hora (mesmo de madrugada) para tirar o nosso porque o vizinho queria sair e estava impedido.
Em 2003, pensando em ter mais um filho, resolvemos nos mudar para perto do meu trabalho, que era onde minha filha estudava e acreditamos que ficaria tudo mais fácil dessa forma. Abrimos o mapa da lista telefônica com o endereço da escola onde trabalhava, pegamos um compasso e traçamos um perímetro ao redor que exigisse uma caminhada de no máximo 10 minutos. Pensamos que deveria ter mais um quarto para o bebê que poderia vir e poderia ser menino. E meu marido queria realizar o sonho de ter uma garagem fechada. Visitei mais de vinte imóveis até encontrar esse onde moro. Foi um achado, não estava anunciado, tinha só um cartaz feito a mão com esferográfica num papelão, preso num dos portões. Estava para ser vendido havia dez meses e não tinham conseguido. Me apaixonei, fiz logo a proposta e negociamos, mas tinha inquilino. Gente, eu namorava o meu apartamento à distância. Passava todos os dias na rua da frente e no fundo (porque tinha um terreno vazio). Vibrei no dia que percebi que estava vazio. Eu fiquei satisfeita com a sala maior, a cozinha não conjugada com a área de serviço, um quarto a mais, a localização (a três quadras e meia da praia), dois banheiros, etc. Meu marido concretizou o sonho de ter uma garagem fechada onde pudesse guardar o carro e também organizar suas ferramentas e seu material de consertos (ele gosta disso). Minha filha foi a única que no início não ficou satisfeita, porque seu quarto aqui é menor que o outro que tinha. Estranhou um pouco seu espaço menor, mas, como com coisa boa a gente se acostuma rápido, isso logo passou. Escolhemos um apartamento de fundos porque o outro era de frente e o barulho da rua incomodava um pouco. Não posso deixar de citar que não tivemos outro filho, apesar de termos tentado. Papai do Céu não quis dar. 
A garagem foi organizada pelo meu marido com caixas organizadoras compradas no Extra: uma com a furadeira, outra com material elétrico, uma com sucata, outra com parafusos, uma com pregos, etc... Já possuía prateleiras no alto, o que facilitou a acomodação das caixas. Tem uma prateleira que ele fez com a estrutura de um falecido colchão magnético da minha irmã Denise, pintou de branco, e colocou latinhas de tinta, tubos de óleo, etc. Tudo organizadinho por ele (já citei no blog que casei com a organização em pessoa). Só tenho essa foto da garagem, quando tirar mais, mostro aqui.

Estante - reaproveitamento de estrutura de colchão magnético. 

Mas, voltando ao assunto do título, tenho um cantinho coitadinho que fica numa parede e tem uma estante que foi montada por mim e meu marido (fizemos o projeto, compramos a madeira e pintamos com verniz mogno) lá no outro apartamento. Quando mudamos para cá, desmontamos, trouxemos e remontamos. Com o tempo, algumas prateleiras começaram a envergar e teremos que trocar. Também enjoei da cor, queria transformá-la em branca, mas decidi pintá-la de preto.  Como essa pintura e troca das prateleiras não aconteceu ainda, resolvi organizar os livros para dar uma aparência melhor. Na verdade, considero que alguns já poderiam ir para um sebo ou para a reciclagem.  E não é que quando organizei, melhorou? Comprei uns revisteiros na Kalunga e coloquei as revistas de Informática que estavam só apoiadas umas nas outras. As caixas de produtos eletrônicos que estão na garantia, que ficavam no alto sobre alguns livros, organizei atrás dos revisteiros. Quando a estante estiver repaginada, postarei uma foto dela inteirinha. Mas agora, veja o que consegui fazer.


Detalhes da bagunça na estante.

Livros organizados.
Revistas antes.

Revistas depois.

Às vezes, uma pequena organizadinha já faz uma grande diferença no visual.
Uma ótima quinta-feira pra vocês. Beijos.

Quel
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Panetone, cookies e decoração

Gosto de panetone, mas nem sempre foi assim. Lembro que há uns anos atrás, considerava a massa do panetone seca demais, até que conheci o da Santa Edwiges (não estou ganhando nada pela propaganda, viu? rsrs), e desde então, é o meu preferido. Mas, atualmente as massas melhoraram muito é até esses feitos nos supermercados, considero muito gostosos.
Ontem, ao realizar compras no Atacadão, vi vários produtos de várias marcas, mas achei os preços muito altos. Acabei não adquirindo nenhum panetone, mas alguns produtos alternativos para presentear familiares e amigos. Achei legal essa aquisição que serve de enfeite também. São latas de mini cookies da Santa Edwiges. Uma delas é uma luminária, possui buracos no formato de estrelinhas e a vela será acesa no fundo da mesma. As demais também foram lindamente decoradas com corações ou flores. Amei.




Ainda estou pensando nos enfeites e procurando ideias.
Outro dia, encontrei essa ideia na net e meu marido também viu numa exposição da empresa onde trabalha.
Com uma revista, tinta spray e bolinhas (colar com um pingo de cola quente), montei essa arvorezinha.


Para fazer, utilizei uma revista antiga, mas peguei uma mais nova para fotografar os primeiros passos do pap (tinha esquecido). Veja a seguir: 


Ainda pretendo comprar panetones, mas vou procurar um pouco mais. Pretendo também fazer uns cuptones para as festas, já tenho até a receita. 
E você, gosta de panetone? Ótima tarde! Por aqui, o sol está brilhando. Beijos.

Quel
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“Aprontando” a casa para o final de ano

É época de se preparar para as festas de final de ano. Desde que minha filha nasceu, parei de enviar cartões de Natal para os amigos e familiares, porque não tive mais tempo para isso.
Durante os oito últimos anos, tive menos tempo ainda  e sequer para pensar antecipadamente nessas coisas de enfeitar a casa. Novembro é um dos meses mais puxados para quem é professor, porque são muitas tarefas: fechamento de notas, relatórios, diários, festa de encerramento do ano letivo, amigo secreto de professores, etc. No último dia de trabalho do ano, normalmente eu estava tão exausta que depois não queria ver aluno nem pintado de ouro por um tempinho (brincadeirinha – eles que não leiam isso, porque amo todos). E olhe que minha disciplina, Informática Educacional, era uma das mais lights para os alunos. Dava aula para as turmas do Jardim II (4 anos em diante) até o 5.º ano e não era necessário aplicar provas. A escola fechou no final de 2009, uma pena. Até trabalhei no 1.º semestre deste ano como substituta e depois fui para uma escola cuja dona queria pagar uma mixaria, então nem valia a pena sair de casa.
Por estar desempregada, mas feliz!,  estou conseguindo antecipar a confecção de enfeites, separando algumas receitas, bisbilhotando na net o que as “arteiras” estão fazendo, o que é novidade, etc.
Até tenho enfeites prontos que seria só colocar nas portas e paredes, montar a árvore que tenho há anos, mas quero algo diferente. Quando era criança, eu e meus irmãos aprendemos a fazer umas estrelas com papel laminado e colocávamos nas paredes da sala. Recentemente encontrei no blog da Sonya, Criar no dia a dia, as mesmas estrelas, só que feitas com papéis decorados, lindas mesmo. Resolvi então fazer uma guirlanda nova para colocar numa das portas de entrada de meu apartamento, com esse tipo de estrelas. Peguei jornal, enrolei fazendo um arco e colei, forrei com viés verde bem largo e colei as pontas do viés, fiz as estrelas com sobra de papel de presente e depois as colei no arco. Em seguida, forrei botões com círculos que costurei como fuxicos e colei nas estrelas. Achei nas minhas coisas, dois botões com formato de árvore de Natal e colei também. Usei cola quente em tudo, exceto na montagem das estrelas. Fiquei satisfeita com o resultado. E o melhor, não gastei um tostão, porque já tinha tudo em casa.

Guirlanda.

Aproveitei o embalo e pendurei luzes na cortina da sala. Liguei no pisca-pisca que é uma peça separada das luzes, que tenho há anos e que acho super útil. 

Cortina de luzes.
Pisca-pisca

Sobre a árvore, ainda não decidi o que vou fazer, mas não estou a fim de montar uma árvore tradicional esse ano. Mas, enquanto não decido, vou só procurando idéias.

Sobre cartões de Natal, não tinha a intenção de mandar, mas meu marido recebeu alguns da Associação Beneficente Pintores Com a Boca e os Pés, por isso, devo enviar para alguns amigos. Veja que lindos cartões aqui. Resolvi digitalizar a cartinha que veio junto para que se alguém se interessar, possa conhecer um pouquinho do trabalho deles.


Quando conheço essas pessoas tão especiais, percebo o quanto devo agradecer a Deus por ter me dado um corpo sem impedimentos.

Pessoal, um ótimo final de tarde para vocês, com muitas idéias novas.
Beijos

Quel
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... todo mundo usa! Será? Se não melhorar, vou deixar de usar.

Desde criança usávamos em casa um tipo só de chinelo. A marca era a única que conhecíamos, acho que nem existia outra. Não suporto andar descalça mesmo que a casa esteja limpíssima. E ensinei minha filha assim, mas de vez em quando a pego de meias ou descalça, então mando logo colocar o chinelo. A marca é conhecida e “todo mundo usa”, como diz a propaganda, mas ultimamente tenho pensado em experimentar outras.
Em janeiro deste ano, comprei um com tira fina que durou dois meses e a tira arrebentou, então comprei um na cor pink com tira grossa, porque pensei que duraria mais. Qual não foi minha surpresa quando em julho o pink arrebentou, mas não foi a tira, ele quebrou. Guardei as tiras (estavam novas!), pensando que poderia adaptar no próximo que arrebentasse (esperava que demorasse) e comprei então novamente um de tira fina, cinza. Hoje pela manhã, fiz um movimento com o pé e fiquei surpresa ao ver que a tira havia arrebentado. Será que ultimamente não uso chinelo direito? Mas só uso em casa. Não gosto de ir para a rua de chinelo. Penso que a qualidade desses chinelos não é mais a mesma. Lembro que antigamente as solas ficavam até gastas e as tiras não arrebentavam facilmente.
De qualquer forma, este post é para demonstrar minha indignação e mostrar como ficou a adaptação da sola de um com a tira do outro. Até fiquei mais calminha ou menos brava quando vi o resultado.

Tira original arrebentada.

Tiras do chinelo anterior (estão novas!)

Colocando a tira.

Chinelo pronto.

Aproveitando a postagem, mostro minhas unhas dos pés. Passei por poucos blogs que postam fotos das unhas dos pés, por que será? Veja esse com foto do pé da Michelle Obama, não gostei da cor.
A questão é a seguinte: detesto ir ao salão para fazer as unhas. Só vou quando tenho uma festa. Eu mesma faço minhas unhas e na maioria das vezes, só passo base (ou passava). Tenho me empolgado com os posts que vejo na blogosfera e tenho aprendido algumas coisas também, como por exemplo, que o mais importante não é tirar a cutícula, mas hidratar as unhas todos os dias. Comprei então alguns esmaltes, mas como não gosto de ter muito trabalho, só compro os de única camada, da Colorama. Mas só consigo pintar as unhas dos pés (dá pro gasto, não sou exímia pintora), as das mãos, nem me atrevo. Como me senti incentivada pela Fernanda Reali, pedi à esmaltólatra aqui de casa (minha filha) para pintar a mão para mim. Toda vez que saímos e vamos ao comércio ou farmácia, ela sai com uma cor nova de lá.
A cor das unhas das mãos ficou diferente da cor das unhas dos pés. Achei que fosse errado, mas aqui diz que estou certa. Perceberam que não entendo nada de esmaltes e unhas pintadas? Mas eu chego lá!

Pés com Única Camada da Colorama - cor: mascavo.

Mãos com Única Camada da Colorama - cor: gelo.

A caixa de esmaltes está uma bagunça com tantos vidros de esmalte, removedores, lixas, etc. Tenho que pensar numa forma de organizar tudo isso, porque fico maluquinha quando quero encontrar os meus.
Sei que não poderei participar da blogagem coletiva, porque não é a cor sugerida. Mas, tudo bem, tem valido o incentivo da Fernanda e outras.

Bom restante de dia para vocês.
Um abraço

Quel
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Montando minha mini-horta e jardim

Moro em apartamento, mas sempre desejei ter plantas em casa. Apesar do desejo, nunca consegui, pois as plantas que ganhava ou comprava, morriam logo e eu ficava triste com isso. De dois anos para cá, consegui manter viva uma violeta (amo violetas), porque descobri que não podia colocar água demais, não podia colocar no sol e nem tocar em suas folhas (essa planta é muito delicada). Desde então, ela até já floresceu umas duas vezes. Comecei então a me animar e percebi que outras plantinhas estavam sobrevivendo em minha área de serviço. Em julho deste ano, ganhei um vasinho de flor no noivado da minha sobrinha e coloquei no mesmo local que a violeta, mas até pegando um pouquinho de sol (fim de tarde). E não é que ela até hoje está firme e cheia de florzinhas? Isso é uma vitória para mim.
Recentemente senti vontade de montar uma mini-horta. Pesquisei um pouco a respeito, uni algumas idéias e pus mãos à obra. Esse post da Denise Rangel, me serviu de estímulo também.
Usando garrafas pet, montei vasos cuja drenagem seria feita com isopor picado ao invés de argila expandida (encontrei essa ideia na net). Prendi um barbante na tampa da garrafa para que a terra permaneça úmida, mas não encharcada (vi essa ideia numa feira de Ciências na escola da minha filha). Coloquei terra sobre o isopor e enterrei algumas sementes. Não sei porquê, mas a terra não está ficando úmida com o barbante, então, tenho regado algumas vezes por semana. E sabe que estão brotando?
Plantei algumas sementinhas de tomatinho pera (me disseram que tomate pega com a semente – vamos ver) e plantei salsão. Plantei também um tipo de flor sortida.
Essa semana adquiri sementes de alface e rúcula e vou plantar também. Vamos ver no que vai dar. Quando crescerem, posto a foto para vocês verem.
Vejam na foto como era meu cantinho de plantas no início do ano e como está hoje. Estou bem feliz com o que já consigo visualizar.

Minhas plantas no início do ano

Planta que ganhei no noivado da minha sobrinha e suculenta que comprei

Meu jardinzinho e início da mini-horta

E você, já pensou em montar uma horta em sua casa e colher verduras e ervas fresquinhas e sem agrotóxicos?

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Slow life – Desacelere! Sua saúde agradece.

No ano de 2005, havia assumido muitos compromissos de trabalho e tinha todas as tardes tomadas, cursei uma pós-graduação, continuando com todos os meus afazeres de dona-de-casa, mãe e esposa, além de estar no cargo de síndica do prédio em que moramos. E quem já fez um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), sabe que é um desafio que pode nos consumir. Resumindo: uma semana antes da entrega do TCC, fui parar no Pronto Socorro com uma dor no peito (atrás do osso esterno). O médico disse que poderia ser stress.
No ano seguinte, ao fazer alguns exames de saúde, descobri que estava com uma arritmia cardíaca e com hipotireoidismo. Entendi porque vivia cansada e com sono. Tudo em consequência de ter “corrido demais” no ano anterior.
Meses depois, a arritmia sumiu, mas continuo acompanhando minha saúde cardíaca de seis em seis meses com o cardiologista. Faço o teste ergométrico uma vez por ano, o eletrocardiograma semestralmente e de vez em quando um ecocardiograma.
Mas, quanto ao hipotireoidismo, passei a fazer o tratamento diariamente (reposição do hormônio da tireóide). Fiquei brava com o médico que me disse que teria que tomar medicamentos o resto da vida, mas entendi ser necessário. Tomo desde então, Puran T4 - 75mcg, diariamente, uma hora antes do café da manhã.
Nessa época, resolvi então diminuir o meu ritmo, adotei o slow life (definição no final do post).

Ao diminuir o meu ritmo, voltei a fazer coisas que amo e que não fazia há muito, muito tempo, como artesanato e costura. Fui então procurar ideias fáceis e interessantes de fazer algo como hobby ou terapia, como queiram entender. Descobri a decoupagem e me apaixonei. Meus primeiros trabalhos foram feitos em latinhas de molho de tomate. Na época, tinha várias guardadas, porque tinha pena de jogá-las fora. Acho que já pulsava em mim um desejo de colaborar com a preservação da natureza, mas não tinha consciência disso. Então, como prometi no post Porta controle remoto carioca, coloco aqui as fotos das latinhas que enfeitei. E o detalhe é que minha filha fez algumas comigo também e isso foi muito legal.

Guardanapo de bombons

Com craquelê

Estas duas foram enfeitadas pela minha filha

Slow Life


“Desacelerar para se reconectar a si mesmo, às pessoas e ao lugar em que se vive. Talvez não exista nada mais contracultural hoje em dia do que desacelerar o passo. Sim, porque vivemos na era da velocidade, em que consumir a última geração de eletrônicos, a mais recente moda e a mais nova dieta para emagrecer é uma luta diária sem fim – e sem sentido. 
Tudo parece mudar em segundos. O tempo escapa dos nossos dedos e deixa a respiração curta, ofegante. Isso lá é vida boa? Isso lá é “avanço”?
Quanto, de fato, essas invenções do tipo mais-do-mesmo melhoraram nossas vidas? Temos mais tempo livre hoje? E o que fazemos com ele? Vamos às compras? Frequentamos cursos de reciclagem para não perder o emprego?
Será que realmente a felicidade mora na velocidade? Que tal desacelerar? Experimente! Não digo que é fácil. Tento um pouco a cada dia e, confesso, muitas vezes sou engolida pelos compromissos, pelo trânsito infernal, pelo celular, pelo almoço rápido, pela vontade de dar um up grade no computador. Afinal, somos bombardeados 24 horas por dia por mensagens que pedem: compre, consuma, jogue fora, troque, atualize-se.

Talvez a melhor estratégia, no entanto, não seja combater o que está à nossa volta, como um militante deste ou daquele movimento. Lembro-me do que dizia meu professor de kung fu sobre caminhar feito água de rio, desviando-se suavemente das pedras para seguir seu próprio curso. Sem violência, entende?
Se você, assim como eu, está buscando desacelerar o passo para viver mais e melhor, aproveite a experiência de quem já está nesse caminho há mais tempo. Procure ler, pesquisar na internet, conversar com os amigos. Há muito para se estudar e, quem sabe, incorporar em nossas vidas. Mas, lembre-se: devagar, sem pressa, sem ansiedade. Um passo de cada vez. Devagar e sempre.” 


Descobri que é muito importante ter qualidade de vida, ter mais tempo para as pessoas que amamos e respeitar os nossos limites.

Bom, desejo a vocês um ótimo final de semana num ritmo bem saudável.



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Transparência e arte – reaproveitando vidros

Sou uma pessoa transparente. Quando estou feliz, quem está perto percebe logo e quando estou chateada, não consigo disfarçar.
Num outro sentido, gosto de transparência. Meu jogo de pratos do dia-a-dia é transparente e outras peças de louças também, como travessas, bomboniere, refratários, jogos de sobremesa, etc.
Há muito tempo reluto em mandar embora os vidros de palmito, geleia, etc. Reutilizo-os para guardar temperos, outros alimentos e até objetos pequenos. Mas, sempre acabava jogando fora (no que chamamos em minha cidade de “lixo limpo”) por não ter onde guardar.
Recentemente, nas minhas “andanças” pela Internet, comecei a ver esses vidros sendo reaproveitados, porém, todos transformados artesanalmente em objetos decorativos. Já os vi como porta-retratos, vasos, com a tampa forrada com tecidos cute, com meia de seda, com biscuit, etc. Já os vi pendurados debaixo de prateleiras (a tampa é presa com parafuso) e basta desenroscá-los para usar seu conteúdo. Até já os vi presos com imãs na parede, o que achei super criativo. E vi uma ideia que achei muito interessante: Passo a passo - Efeito jateado em garrafas de vidro. É simples de fazer e realmente o efeito é muito bonito. Dá para usar neles as idéias que citei anteriormente e talvez enchê-lo de guloseimas para presentear alguém. Depois, a pessoa que ganhar, poderá reutilizá-lo como quiser. Resolvi enfeitar dois dessa forma, mas no primeiro, cortei quadradinhos de contact e no segundo, usei bolinhas, mas misturei um pingo de tinta verde no verniz. Vejam o resultado abaixo:

vidro jateado

vidro jateado

vidro jateado

“Da próxima vez que você for jogar uma garrafa de vidro fora, no lixo comum, pare e pense que aquele produto permanecerá por tempo indefinido na natureza.” – Blog Verde Capital

Espero com meus pequenos gestos continuar contribuindo com a preservação do nosso planeta e talvez ajudando a abrir os olhos de alguém que nunca parou para pensar nisso.


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Ecologicamente correto II

Em setembro de 2009, nossa máquina de lavar resolveu dar o fora e não compensava mais mandar arrumar. Era uma Baby Mondyal de 6kg que utilizei por muitos anos. Já tinha ficado doentinha algumas vezes, mas dessa vez foi uma doença terminal. Então, chegamos à conclusão de que o melhor era comprar uma nova. Pesquisamos bastante os modelos e escolhemos outra de 6kg (aqui em casa não precisa mais que isso para três pessoas). O legal é que ela tem programa de reutilização da água. Assim, posso reutilizar uma água não muito suja para deixar peças de molho num balde ou no tanque. Posso utilizar também para lavar o banheiro. 

Painel com os programas

Água para ser reutilizada no balde

Água para ser reutilizada no tanque.

Como moro em apartamento, não reaproveito para a área externa, mas se morasse em casa, faria isso, com certeza. Fico feliz em poder colaborar um pouquinho com a preservação de nossos recursos naturais.
Aqui no condomínio ainda não consegui colocar em prática a idéia de recolher a água da chuva para lavar as áreas externas. Mas isso está nos meus planos para o ano que vem, se continuar no cargo de síndica.
Um abraço virtual na(o)s leitora(e)s do meu singelo blog.

“Cerca de dez mil escolhas significativas compõem nossa vida. É através delas que nos expressamos, que registramos nossa marca, que nos reconhecemos e somos reconhecidos.” - desconheço o autor


Quel
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Almofadas

Outro dia, navegando pelos blogs da net, encontrei uma almofada que achei bem interessante. É uma almofada tipo pneu. E sabe que parece mesmo um pneu? Vi vários modelos e resolvi fazer a minha (veja o vídeo aqui ou veja instruções aqui). Quis fazer em vermelho para já aproveitar na decoração de Natal. Mas meu tecido (Oxford) era pequeno (precisava ter uma largura de 1,40m), tinha só 1m x 50 cm. Não me intimidei por isso e fiz uma almofada menor, mas tão linda quanto as grandes. Depois farei uma maior. Fiz ontem e foram várias horas de trabalho, mas amei o resultado. A flor, veio num arranjo de uma festa de 15 anos da qual minha filha participou. Depois vou colocar um botão forrado.

Almofada tipo pneu

Hoje pela manhã, acordei pensando: o que farei hoje? E navegando novamente encontrei uma outra almofada que achei mais simples, mas bem interessante também. Era uma almofada de camisa. Lembrei que meu marido havia separado algumas porque estavam com o punho meio puído. Achei legal, porque aproveitaria os botões (ainda acho difícil colocar zíper) como abertura. Cortei e costurei, mas deixei com o bolso pra dar um charme.

Almofada feita com camisa

Quel
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Organizador de retroz de linha

Em 2006 fiz aulas de corte-e-costura porque sempre me interessei pelo assunto. Infelizmente no início do ano seguinte minha professora faleceu e depois disso, durante um tempo, perdi o interesse pelo assunto. Desanimei. Passei a costurar somente de acordo com a necessidade:  barra de calça jeans, acerto de cortina, pequenos reparos, etc. Ultimamente porém, voltei a me animar e tenho costurado pequenos objetos. No ano em que fiz as aulas, adquiri um estojo organizador para os retrozes de linhas que comprei, mas ele só acomodava 25 unidades, por isso, acabou não sendo suficiente. Apesar disso, achei muito legal porque dava pra guardar outros objetos. Recentemente então adquiri um outro organizador maior e passei os objetos para ele, deixando o primeiro somente para os retrozes. Acontece que os pinos para colocá-los eram poucos, então encontrei uma solução para não deixá-los simplesmente jogados lá dentro. Aproveitei uma bandeja de isopor (dessas que vem com alimentos) e alguns palitos de churrasco (usados nos palitos de jujuba, lavados e bem secos). Medi o espaço que sobrava, cortei o isopor, cortei pedaços dos palitos e os distribuí, furando e colando em pé. Agora posso adquirir mais um monte de cores de linhas, porque terei onde guardar. As linhas de pesponto, ficaram organizadas do lado esquerdo e ficou mais fácil pegar a que precisar usar. Guardo também aí minhas agulhas, que foram colocadas dentro de uma mini-maleta (era brinquedo da minha filha).

Organizador de material de costura



Isopor e palitos cortados



 

Palitos fincados e colados -  retrozes organizados




Organizador de agulhas


Organizador maior para pequenos objetos

Mantendo tudo organizado, fica mais fácil utilizar o que vier a precisar.


Quel

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Eco-utensílio: Puxa-saco

Puxa saco
Foto: acervo pessoal - Raquel Trindade

Que tal reaproveitar uma garrafa pet e filtros de café usados para organizar suas sacolas?
Esse é o meu puxa-saco (aquele depósito de sacolas de supermercado). Foi minha filha que fez pra mim na escola, quando estava no 4.º ano.
Não tem segredo: garrafa plástica, filtros de café usados, cola, tesoura, pincel, verniz e um pedaço de barbante. Deixar secar bem os filtros e tirar todo o pó. Cortar o gargalo da garrafa (use pra fechar saquinhos, veja aqui) e o fundo (deixando uma altura de uns 4 cm). Forrar a garrafa e o fundo colando os filtros de café. Depois de bem seco, envernizar. Fazer dois furos para passar o barbante com o qual o puxa-saco será pendurado (a 1 cm da borda do corpo e 1cm da borda do fundo). A montagem você vê na foto. Uso esse objeto a uns 4 anos e além de colaborar com o planeta e com o meu bolso, também tem pra mim um grande valor sentimental.
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Reaproveitamento de tecidos

Hoje estou sem muita inspiração para escrever, mas posto aqui alguns objetos que fiz, pegando algumas idéias na Internet.

Tenho algumas tesouras para meus trabalhos manuais e estas ficavam guardadas numa gaveta, mas soltas sobre outros objetos. Ao visitar uma feira de artesanatos que aconteceu aqui em minha cidade no início do mês de setembro, assisti, mas não participei de uma aula com feltros onde foi montado um porta-tesouras. Achei fácil de fazer e super útil para organizar minhas tesouras. No dia seguinte, procurei na Internet se encontrava um passo a passo e encontrei aqui. Veja como ficou o que fiz com com um pedaço de perna de uma calça jeans que virou short, manta acrílica e um pedaço de viscolycra de um vestido que cortei. Preciso fazer mais um para organizar outras tesouras que usamos com material de escritório.
Porta-tesouras - usei jeans, manta acrílica e viscolycra


Fiz também uma bolsa de festa com um pedaço do mesmo jeans da peça acima, manta acrílica e uma caixa de leite. Usei esse tecido para treinar primeiro. Peguei a idéia na internet. Depois pretendo fazer uma com um tecido mais nobre, mas não vou colocar a caixa de leite, pois achei que complicou um pouco ou talvez encaixá-la depois da bolsa quase pronta. Vou pensar em como farei.

Bolsa
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